Voltar à magia dos ensaios. Percebermos, no fundo, quem somos e o que queremos.
(Vejo-vos crescer, dia a dia.)
Ouvem-me.
(Atenção à dicção. O que quer a personagem aqui? Como resolve ela a situação em que se encontra?)
Vamos falando da justiça e da injustiça. Do quanto podemos ser como animais. Obrigam-nos as regras a seguir desejos, vontades. As Vontades. Fica a revolta perante a Morte. Sussurram-nos os Deuses perante os nossos Desafios. Ir ao encontro da Essência do Teatro. Sim, estamos de novo a trabalhar. E apercebemo-nos que faria sentido agora este texto.
De hybris feito.
Em hYbris sentido.



























