sábado, 5 de dezembro de 2015

Escolhas...

Nem é pelo objetivo final do anúncio, que não deixa de ser curioso. Mas por tudo o resto. Também o Teatro o tem sido. Este Grupo, em especial. Aos que estão, aos que já estiveram, aos que o querem vivo. Vivo. A pulsar. Fica o vídeo. Façam qualquer coisa de diferente a seguir. Façam, apenas.
Fiquem hYbris.
(PM)
 
 

E a atriz escreveu...


Vai sendo com esta boa disposição que
os panos continuam a subir todos os dias.
Sim...
porque a partir de agora
vai ser sempre a subir.

...
Até ao fim.

(Rita Rebelo)
 

hYbris Teatro...

... em modo "Missão Fazer Descer o Pano".

Este é parte do elenco...

Tentaram. Foi bom ver-vos assim. A procurarem soluções. Sei que tentaram. Acabámos com fotografias, pequenos videos, os nossos Sorrisos. (Vai ser difícil, mesmo muito... Vai ser difícil... Mas estarei lá! A dar-vos os parabéns, a chamarem por vocês, a ver o espaço, angustiado, choroso, triste... Receberão aqueles papéis que terão tanto por dizer...). Há que aproveitá-los... Os sorrisos. "As minhas miúdas". É como vos vou chamando. Já vos vejo noutros... sítios. Vidas feitas. Sonhos construídos. Vou estar lá. Aqui. Para vos ir vendo. Com aqueles olhos que não adoecem. Obrigado pela procura. Não só a de soluções.
 
Fiquem hYbris.
 
(Nota: Possíveis legendas: "este é parte do elenco..." a ser o mais divertido do mundo; ... a mostrar-se desesperado por não ter conseguido mostrar a solução; ... a ser o mais bonito do do mundo (parte I); ... a ser o mais bonito do mundo (parte 2); a zangar-se com o encenador que estava a tremer de medo...)
 
(A continuar...)
 
 




 

Sol-Teatro...

São estes, alguns dos Sorrisos-hYbris... É assim que Somos.

É bom estar aqui!

(PM)
 
 
 

Processando...

Sim,

Ela entrará, "coquette"... Sem dúvidas do problema que a trará ali...

hYbris Teatro em processo...

Sobem-se escadas, descem-se escadotes,
correm-se cortinas.
ou corremos nós atrás delas…

Descem-se panos, remarcam-se marcações ...
já marcadas e imitam-se
paralíticos que afinal conseguem andar.


Ligam-se janelas e fecham-se luzes.

“Outra vez.”

Constroem-se personagens
que lutam por cadeiras e que
gritam aos sete-ventos que estão ali.
Estão vivas.

Repetem-se cenas.

“Dá a deixa.”

E nós deixamos.